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Com o
advento do Renascimento, a dança de corte adquire um estatuto
de grande importância por andar associado ao realce da
representação do poder. A aparição da corte em cortejo e
festas, liga-se a rituais de postura e etiqueta, numa época em
que a elegância era ordenada e regulamentada com severas e
rigorosas pragmáticas quanto aos trajes.
Sabemos que
em Portugal, principalmente a partir de D. Afonso V a dança
era rodeada de grande aparato cénico - coreográfico, no que
eram empregues consideráveis somas de dinheiro. São inúmera as
fontes que aludem a serões dançantes e bailes e Gil
Vicente refere, nas suas tragiocomédias e farsas, diferentes
formas de dança - pavana rica,galharda tordião, mouriscas,
folia, - além de sugerir "...novas e originais danças".
Objectivos
Numa abordagem
narrativa e informal, propomos, neste Seminário:
- Motivar para o
estudo da História através das danças
- Perspectivar a
prática das danças histórica à luz da multiculturalidade e da
educação para a cidadania.
Conteúdos
Teóricos
Breves
contextualização da época
Os Trajes e
Danças
As festa da
corte em Portugal
Conteúdos
Práticos
Características
da Baixa e Alta Dança
Aprendizagem/Realização
de danças
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